segunda-feira, junho 02, 2008

Primeira Missa no Brasil - O renascimento de uma pintura

de 02 de Junho de 2008 a 27 de Julho de 2008

O MARGS traz pela primeira vez ao RS uma obra fundamental da pintura histórica brasileira do século XIX: trata-se do quadro Primeira Missa no Brasil, de 1860, executado pelo artista catarinense Victor Meirelles (1832-1903) e pertencente ao Acervo do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro - MNBA. A tela integra a mostra A Primeira Missa no Brasil – O renascimento de uma pintura que já foi vista no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba, e no Museu de Arte de Santa Catarina, em Florianópolis.

Com curadoria de Pedro Xexéo e Andrea Pedreira, a exposição apresenta ainda 11 esboços de Meirelles sobre seções e personagens da obra, além de documentos históricos, painéis fotográficos e um vídeo que apresenta o processo de restauração ao qual o quadro foi submetido entre 2006 e 2007.


Leia mais sobre a matéria no site do MARGS


terça-feira, maio 20, 2008


How long must we two hide the burning gaze
And look by stealth in one another's eyes?
Let us proclaim our love; and whoso stays
The sweet embrace that lulls all miseries
The Sword's our doctor; best that you and I
Should live together, or together die


Quanto mais devemos esconder o olhar ardente
E olhar furtivamente nos olhos um do outro?

Vamos proclamar o nosso amor;e quem fica
O doce abraço que acalma todas as misérias
A espada do nosso médico; melhor que você e eu
Devemos viver juntos, ou juntos morrer




Paulus Silentiarius

domingo, maio 18, 2008

arte e tecnologia


G.R.L. Reporting Live From Sundance from fi5e on Vimeo.

quinta-feira, maio 08, 2008

sexta-feira, maio 02, 2008

O olho interminável

quinta-feira, março 20, 2008

Metodologia de Pesquisa em Arte

Universidade Federal do Rio Grande do Sul
Instituto de Artes - Departamento de Artes Visuais
Metodologia da Pesquisa em Arte
Profª Ana Maria
Albani de Carvalho
Adreson Vilson Vita de Sá



Tema: foto e tipografia (título ainda não definido)


Área: Fotografia


Palavras-chave: arte, escrita, design, fotografia, tipografia, linguagem, signos


Descrição:
Elaboração de painel a partir de 2000 fotografias de elementos tipográficos de edíficios e casas. O painel será apresentado de acordo com o espaço expositivo. A pesquisa iconográfica procurar reunir detalhes arquitetônicos e deve analisar seus aspectos visuais (cores, formas, estilos) e as linguagens utilizadas para a produção de um painel. Este reunirá as mais de 2000 fotos transformando-as em uma imagem multicolorida.


Objetivos:
  • investigar/analisar linguagens, estilos utilizados nos elementos arquitetônicos
  • discussão sobre questões de espaço/localização urbana
  • pesquisar signos númericos e suas variações de formas
  • investigar a formação de imagens a partir de elementos


Bibliografia:

AUMONT, Jacques. "A Imagem". São Paulo : Ed. Papirus, 1993.

FRUTIGER, Adrian. Sinais e Símbolos: Desenho, Projeto e Significado. São Paulo : Martins Fontes, 1999.

FLUSSER, Vilém. Filosofia da caixa preta. Sãoo Paulo: Relume Dumará, 2002.

MANDEL, Landislas. Escritas, espelho dos homens e das sociedades. São Paulo : Edições Rosari, 2006.



quarta-feira, janeiro 02, 2008

Isto é arte de verdade

Babem, isto é arte e design

http://www.ektopia.co.uk/ektopia/

quarta-feira, dezembro 12, 2007

Ilustração dez/2007


Ilustração dez/2007
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ilustração - coisa que não se aprende no curso de Artes da UFRGS

sexta-feira, dezembro 07, 2007

Imagens Vivas

As imagens apresentadas foram feitas à partir de fotografias que registram um trabalho de pintura corporal.O processo foi desenvolvido em etapas que envolveram primeiramente pintura, desenho e fotografia.

Foram selecionadas quatro imagens para serem trabalhadas digitalmente, criando diferentes camadas, efeitos visuais e transparências. Após as imagens prontas, e impressas, foi colocada mais uma camada, esta feita a mão livre com material adequado ao tipo de suporte.

Propõe-se com estas diferentes camadas de pintura digital combinada com os grafismos à mão livre, ultrapassar parâmetros e limites entre as linguagens e suportes visuais.

Ocorre aqui o resultado do processo de transfiguração da artista em suporte. Materializa-se conceito e a arte volta à sua autora como material visível para novamente desmaterializar-se em fragmentos pictóricos, que através de manipulações resultam enfim em imagens vivas e oníricas.

terça-feira, novembro 27, 2007

Bienal B – uma experiência coletiva






Artes visuais Iniciativa de artistas da capital mostra que cooperação
é o caminho para divulgar produção

por Leandro Selister
Articulador de espaços da Bienal B

Artista plástico e editor do site Artewebbrasil


27 de agosto de 2007, Rio Grande do Sul, Porto Alegre, bairro Moinhos de Vento, Moinhos Shopping, praça de alimentação, discursos, mais de 450 pessoas, luzes, desfile de obras de arte: Os estranhos vestíveis, muitos aplausos. Iniciava-se assim oficialmente a Bienal B.


Na noite de abertura, entre agradecimentos e uma imensa alegria de estar participando ativamente desse momento, citei o professor e geógrafo Milton Santos (1926-2001) que, ao responder uma pergunta sobre como viver num mundo apressado como o nosso e criticá-lo ao mesmo tempo, disse: “O que se pode fazer é viver apressado, para garantir a subsistência, mas sem perder de vista a construção de um sonho. É o sonho que obriga o homem a pensar.”

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Sonhar, pensar e construir: três palavras que representam muito para a Bienal B, um evento que se propôs a realizar cerca de 70 exposições, contemplando mais de 300 artistas em 40 espaços da cidade, revelando até mesmo alguns deles pela primeira vez, em um curto período de tempo – apenas três meses.



O começo – No início deste ano, o site da Bienal B entrou no ar, convocando todos os artistas interessados em expor seus trabalhos durante os meses de setembro, outubro e novembro. A inscrição era simples e rápida, bastando para isso, enviar por e-mail o currículo e fotos de três trabalhos. Em troca, o artista seria incluído no site e informado através dele de todas as novidades, prazos, montagens, eventos etc. A única certeza era que não existiam verbas, mas existia aquele velho sonho de construir algo novo e esse era o maior valor que possuíamos.



Em pouco tempo, a quantidade de inscrições e adesões cresceu, parceiros surgiram, a mídia foi descobrindo e revelando que alguma coisa muito diferente estava por acontecer em Porto Alegre. Diferente porque dependia de todos. Diferente porque ao mesmo tempo em que muitos não se conheciam, as redes começavam a se formar, e, no final do período de inscrições, o número de interessados ultrapassava a marca de 300 artistas.



Encerradas as inscrições, teve início a segunda etapa do processo – a seleção dos artistas. Gaby Benedict, artista plástica e articuladora geral da Bienal B, convidou para essa tarefa: André Venzon, artista plástico e presidente da Associação Francisco Lisboa, Isabel de Castro, artista plástica e professora do Instituto de Artes da UFRGS e ESPM e Leandro Selister, artista plástico e editor do site Artewebbrasil. A intenção de Gaby era discutir quais seriam os artistas selecionados. Naquele momento, o consenso foi de que nenhum dos inscritos no site seria excluído da mostra, pois na avaliação geral, o que realmente importava era o fato de que todos pudessem participar e viver esse momento. Os riscos e críticas dessa decisão eram inevitáveis, mas pretendíamos era proporcionar aos artistas o exercício real de um grande trabalho em grupo, de uma colaboração entre todos, Exercer enfim, aquela velha história: “se cada um fizer a sua parte tudo vai funcionar”. Hoje, com dois meses de exposições, podemos perceber que a decisão para aquele momento, foi a mais certa, e, que estamos construindo todos os dias a Bienal B.



Ação educativa
– A Bienal B também teve a preocupação de discutir temas ligados à arte através de projetos como Papo Arte, no bar Joy Division, no qual encontros semanais coordenados por Lisiane Rabello discutiram a experiência cotidiana que todos temos com a arte, aproveitando a opinião de convidados e artistas; e o Língua de Artista, projeto de encontros quinzenais informal e dinâmico realizado na praça de alimentação do Moinhos Shopping com a coordenação de Isabel de Castro. O público tem comparecido e participado desses encontros, provando mais uma vez que para pensar e discutir o importante é a vontade efetiva de fazer isso.



Arte engajada – Uma estrutura de ferro, uma espécie de jaula, situada no primeiro andar do Moinhos Shopping chamou a atenção e mudou a rotina dos freqüentadores do centro de compras. Tratava-se da obra Lar doce lar, de Cláu e Beto, os CowBees. Ao abdicarem da privacidade de suas vidas, o casal se propôs a ficar literalmente trancado na jaula pelo período de 12 horas diárias durante 32 dias. Através de um computador os artistas relatavam diariamente a experiência em um blog na internet (http://www.cowbees.com/) permitindo ao público acompanhar o que eles estavam vivendo e sentindo com a experiência. Dois fones de ouvido e dois aparelhos de CD portáteis permitiram às pessoas que visitavam o shopping escutar a música Lar doce lar, que dá nome ao trabalho. Através de uma letra irônica e bem humorada e de uma apresentação final com muita emoção, os CowBees trataram de um assunto pertinente e urgente: a violência urbana. Criaram uma obra de arte que não passou despercebida e que sensibilizou o público. Uma obra que nos colocou frente a frente com imposições que sofremos de uma sociedade injusta e desigual e que, muitas vezes, não percebemos. Uma obra que convida à reflexão e à atitude. Como diz a letra: “... Que felizes vamos ser, na nossa doce prisão, não sairemos nunca mais, do planeta solidão”.



Os parceiros – Não poderia deixar de comentar sobre as parcerias que foram sendo construídas, e que certamente continuarão a existir e a se fortalecer para a próxima edição da Bienal B em 2009. Começando pelos 40 espaços expositivos que receberam as exposições num gesto que demonstra o entendimento e o apoio a nossa proposta. Ao Shopping Moinhos carinhosamente conhecido como o nosso âncora expositivo. Aos patrocinadores individuais de cada artista incentivando-os a mostrarem seus trabalhos. Ao apoio da Fundação Bienal do Mercosul, que possibilitou a impressão de 40 mil mapas da Bienal B, onde constam todos os endereços, apoiadores e artistas e a incrível campanha publicitária concebida pela Paim Comunicação com a chamada que traduz tudo aquilo que acreditamos: Bienal B – Outras Perspectivas. Sem a colaboração e o envolvimento desses parceiros, não teríamos conseguido realizar nada disso.



Para terminar ou querendo começar tudo de novo... É difícil avaliar um evento como a Bienal B, ainda tão novo, mas nem por isso, menos contundente e forte. Estou dentro dele desde o início. Acredito muito nele e sonhei que seria possível algo assim acontecer em Porto Alegre. Quando a última exposição encerrar vamos novamente nos preparar para sonhar, pensar e construir a próxima Bienal B, mas com uma diferença fundamental: estaremos mais maduros e experientes. Para terminar essa breve história, deixo aqui um dos anagramas criados para a campanha publicitária da Bienal B e que certamente será o sentimento de todos aqueles que estiveram envolvidos na construção desse projeto: te dar adeus – ter saudade.

sexta-feira, novembro 16, 2007

Souso Mossou

segunda-feira, novembro 12, 2007

Percurso Infinito - Thais Petzhold

sexta-feira, novembro 09, 2007

Homem Duplo, Rua Dupla


Rua Dupla
Originally uploaded by adreson
Gelada madrugada, a luz caminha pelo tempo vazio.

quinta-feira, novembro 08, 2007

Núcleo Urbanóide


Núcleo Urbanóide
Originally uploaded by cdomingues
Bienal B é a idéia

segunda-feira, abril 16, 2007

História da Fotografia

Duas fontes de pesquisa: Museu Paulista e Arquivo do Estado de SP

Imagens que contam a história da fotografia

para Descobrir, o Museu Paulista vai contar a história da fotografia. Uma história que a professora e curadora Solange Ferraz de Lima já vem apresentando através de várias exposições e palestras, mas que, graças ao acervo da exposição, vai ser contada segundo a variedade de técnicas experimentadas ao longo da trajetória da fotografia.

http://www.usp.br/jorusp/arquivo/2006/jusp765/pag0809.htm


Conservação e Preservação de Coleções Fotográficas
Artigo publicado na edição nº 1 de abril de 2005.
Marli Marcondes


A organização e conservação de coleções fotográficas em museus, arquivos, centros de documentação, bibliotecas e demais espaços destinados à memória é ainda uma prática restrita a grandes instituições brasileiras, embora seja desejo de toda sociedade que esse tipo de material dure eternamente.

http://www.historica.arquivoestado.sp.gov.br/materias/anteriores/edicao01/materia02/

sábado, abril 07, 2007

Citando Albert Camus

Albert Camus

domingo, março 18, 2007

Resenhas de Brasil I

Sobre "As ocupações pré-históricas dos índios no Brasil" de Níéde Guidon
http://docs.google.com/Doc?id=dgxqkz34_1dkjp99


Sobre "Introdução a uma história indígena" de Manuela Carneiro da Cunha.
http://docs.google.com/View?docID=dgxqkz34_0dzj3zn&revision=_latest

Resenhas de Brasil I

Sobre "Raízes do Brasil" de Sérgio Buarque de Holanda
http://docs.google.com/Doc?id=dgxqkz34_2fpsvzq

Sobre "Introdução a uma história indígena" de Manuela Carneiro da Cunha.
http://docs.google.com/Doc?id=dgxqkz34_0dzj3zn

Sobre "As ocupações pré-históricas dos índios no Brasil" de Níéde Guidon
http://docs.google.com/Doc?id=dgxqkz34_1dkjp99

sábado, março 17, 2007

frase do dia:

"e foda-se a tal pós modernidade e suas prerrogativas...."

Eduardo Miotto

domingo, março 11, 2007

Coquetel de Lançamento do Site!

lançamento da Bienal B
entra lá: www.bienalb.org