tag:blogger.com,1999:blog-81512082009-06-19T11:20:43.998-07:00Artes Visuais na UFRGS - Algumas notas sobre as aulasAnotações, links, imagens e textos das aulas de Artes Visuais no Instituto de Artes/UFRGS. Publicaremos qualquer coisa que for sobre desenho, pintura, escultura, gravura, fotografia e até mesmo teoria, crítica e história da arte.adresonnoreply@blogger.comBlogger115125tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-58005582832041544962009-06-19T11:20:00.001-07:002009-06-19T11:20:44.116-07:00Lançamento do Livro da IdeaFixa<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/janara/3641428610/" title="photo sharing"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3575/3641428610_8bb26cb1d9_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /></a><br /><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/janara/3641428610/">Lançamento do Livro da IdeaFixa</a><br />Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/janara/">lopes.janara</a></span></div>Não perca!<br clear="all" /><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-5800558283204154496?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-87586169687321967472009-06-17T06:44:00.001-07:002009-06-17T06:44:42.678-07:00NDesign 2006<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/thiagomartins/3632257086/" title="photo sharing"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3651/3632257086_8e5208f8ae_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /></a><br /><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/thiagomartins/3632257086/">IMG_8937</a><br />Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/thiagomartins/">ThiagoMartins</a></span></div>Eu em Brasília<br clear="all" /><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-8758616968732196747?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-59157940776600751442009-06-17T06:38:00.001-07:002009-06-17T06:38:25.365-07:00Primeiro Seminário de Projetos de Graduação em História, Teoria e Crítica<div style="text-align: justify;"><br /><br />Na <span style="font-weight: bold;">quarta-feira da próxima semana (24/06) </span>vai acontecer o Primeiro Seminário de Projetos de Graduação em História, Teoria e Crítica, cujo objetivo é difundir e divulgar os resultados das pesquisas desenvolvidas pela área de HTCA no âmbito da graduação. Deve ocorrer na Pinacoteca ou em outra sala do IA - logo essas informações serão divulgadas. <span style="font-weight: bold;">O início está previsto para as 14h30 min.</span> O final dessa atividade deve se dar por volta das 17h30 min. Peço encarecidamente a participação de todos. Trata-se de evento de suma relevância no contexto de atividades que privilegiam a produção discente no IA.<br /><br />O evento é coordenado pela Profa. Ana Maria Albani de Carvalho.<br /> </div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-5915794077660075144?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-90294558523110937802009-06-15T18:38:00.000-07:002009-06-15T18:41:32.089-07:00História e crítica da arte: o debate crítico contemporâneo a partir de uma proposição.<span style="font-family:Times New Roman;font-size:180%;"> </span><span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:85%;" ><br /> Maria Cristina Pereira de Souza - 00141830 Porto Alegre 2009 <br /><br />Texto de referência: <br />MAMMÍ, Lorenzo. <span style="font-weight: bold;">À margem. Ars: publicação do Dep. De Artes Plásticas.</span> da Escola de Comunicação e Artes da USP. São Paulo, Vol.1, n.3, 1º Semestre de 2004, pp.80-101. </span><br /><br /><br /><br /><div style="text-align: justify;"><br /> Lorenzo Mammí inicia o texto diferenciando 3 fases da arte ocidental quanto a sua relação com o espaço ao seu redor. |Ele começa mencionando que na fase pré-renascentista a obra de arte tem o estatuto de coisa colocada em espaço comum, que é um objeto material e seu valor é determinado pelos materiais que ela compõe somado da qualidade do trabalho. Porém, podem ser acrescentados a esse valor outros valores, como por exemplo, de uma imagem sagrada, sem que esta segunda atribuição de valor dependa de procedimentos relevantes à execução da obra.<br /><br /> Na segunda fase, a fase renascentista, a mudança é radical, pois os artistas reclamam para si o estatuto de intelectuais e a obra se torna “coisa mental” que passa a ser um objeto ambíguo e pertence ao mesmo tempo a 2 lugares: o lugar físico enquanto coisa que ocupa um espaço real e um lugar mental enquanto forma de conceito e sendo assim inatingível. Essa transição de um estatuto a outro da obra de arte torna-se um problema, porém esse problema encontra solução nas molduras e pedestais renascentistas que assumem uma função autônoma administrando e graduando a transição da obra ao ambiente e vice-versa. As molduras tornam-se tão convencionais a ponto de não serem percebidas conscientemente e os pedestais dos conseguem afastar a obra do espaço comum. <br /><br />Na terceira fase, a do modernismo com a pintura invadindo a moldura ou com o desaparecimento da moldura, os mecanismos de proteção das obras de arte enfraquecem, pois com o pensamento moderno separando a realidade material da realidade espiritual, a obra fica desamparada do mundo e seu estatuto de coisa especial é ameaçado. Para manter esse estatuto seria necessário extrair da própria obra a estranheza em relação ao seu espaço comum ou fazer especial a maneira como a obra será apresentada. <br /><br /> Greemberg em sua defesa da autonomia da arte levantou o problema quando apontou para a ambigüidade da pintura moderna, para a materialidade declarada por um quadro moderno e sua recolocação no mundo. Todavia, aponta também que esse quadro é ao mesmo tempo uma imagem plana, radicalmente bidimensional, e, portanto um espaço que se opõe ao espaço natural. Greemberg observa que a planaridade da pintura cubista obrigava a composição a se afastar da bordas do quadro, condensando-se no centro da tela de maneira a disfarçar a passagem entre espaço pictórico e espaço natural. Tentando evitar esse problema, a escola de Nova York tem uma solução alternativa derivada de Monet. Na superfície expandida de Pollock, Rothko e Barnett Newman, já não há mais uma escala comum entre visão de longe e de perto. As bordas são levadas até o limite de nosso campo visual. <br /><br />Segundo Michael Fried, uma maneira mais sutil de lidar com as margens seria tornar o formato do suporte e o contorno da pintura, reciprocamente dependentes, fazendo parecer que um deriva do outro e vice-versa. É o que se pode observar nas obras de Frank Stella. Antony Caro, por sua vez, inspirado nas pinturas de Matisse, Picasso e Mantegna, faz sua obra em uma série de esculturas de figuras fragmentadas e planares, independentes entre si, de acordo com o ponto de vista do espectador. Nenhuma das figuras pode aspirar separadamente o estatuto de verdadeira forma do objeto e assim como as coisas pintadas não compartilham nosso espaço, estão em outro lugar que podemos olhar e não tocar apesar de continuar sendo algo tridimensional, que se apóia num plano que é real. Esse plano, então, torna-se o problema que na pintura é encarnado pelas bordas. A que espaço pertence esse plano? Ao da obra ou ao nosso? <br /><br />Quando Antony Caro começa a trabalhar com esculturas menores, coloca-as em pedestais e deixa sempre um ou mais elementos caírem para além do plano de apoio, cercando-o de maneira a torná-lo insubstituível apesar de ser real, ainda que a escultura a trate como uma representação. <br /><br />Na comparação que o autor faz entre Antony Caro e Hélio Oiticica, diz que seus caminhos se cruzam apesar de partirem de intenções e sensibilidades opostas. Oiticica parte da pintura, mas quer expandir o plano pictórico no espaço trazendo o mundo para dentro da pintura enquanto que Caro, ainda raciocinando em termos da autonomia da arte, quer trazer para dentro da pintura a obra de arte tridimensional. <br /><br />Na luta para a afirmação de um espaço específico da obra de arte, não é só a obra que muda de aspecto, o lugar também sofre modificações. Na medida em que a arte modernista madura chama a si a responsabilidade dos contornos da obra, torna-se necessário que o lugar ao seu redor seja totalmente sem expressão, para que não interfira no quanto do caráter objetual da tela o artista queira tornar evidente para o observador. O espaço da galeria passa a representar o espaço natural. <br /><br />Rosalind Krauss, discípula de Greemberg, abordou a questão das bordas partindo de um ponto de vista oposto ao de Fried. Ela recua no tempo até o embate entre cubismo, surrealismo e dadaísmo e transfere o problema para o interior da imagem. No cubismo e dadaísmo a descontinuidade entre um elemento e outro, transforma a percepção em um sistema de signos. A percepção da imagem torna-se semelhante à leitura de um texto, sem que haja apreensão instantânea da imagem inteira. No surrealismo a passagem de um fragmento e outro é a mais fluida possível. A distinção entre espaço real e espaço imaginado não é observada imediatamente, mas há uma impossibilidade lógica que nos obriga a separar mentalmente algo que se apresenta num contínuo. <br /><br />Analisando a produção de Giacometti da década de 1930, Krauss observa que a estrutura de ferro que enquadra o gesso Bola-suspensa (1930-31) é ao mesmo tempo sustentação, palco e parte da escultura. Giacometti, já nos meados da década de 1920 intuía que era necessário reconstruir o espaço da obra. Ele elaborou uma obra que carrega seu próprio espaço e, portanto não pode ser mal exposta. Já os surrealistas e dadaístas inventaram modalidades de exposições que conferem sentidos artísticos a objetos incoerentes ou banais e esses objetos se forem mal expostos podem se desfazer ou voltar à banalidade como, por exemplo, os readymades. <br /><br />O cenógrafo teatral austríaco Friedrick Kiesler já defendia, na década de 1920, uma idéia de espaço ilimitado abolindo o espaço entre palco e platéia (Teatro sem fim 1923-4). Aplicando esses conceitos passou trabalhar em Nova York com as vitrines das lojas Saks onde usava recursos de iluminação e cenografia de modo a criar uma aura que circundava poucos objetos isolados. Mais tarde Kiesler colaborou com exposições surrealistas usando recursos cenográficos bem próprios do universo surrealista. Já o cubo branco das galerias não é tanto uma cenografia, quanto um signo e nasceu da exigência de uma obra de arte que pretende resolver a questão do espaço dentro de seus próprios confins. Esse tipo de sala construída para ser neutra, tornou-se, um valor em si: indica de antemão que o objeto que está nela é uma obra de arte, capaz de proporcionar uma experiência estética que exige certo silêncio. Em relação ao minimalismo pode-se dizer que seja necessário que as obras estejam dentro do cubo branco da galeria ou em condições especiais. As obras minimalistas precisam de um lugar que as qualifique de um espaço que as transforme em obra. <br /><br />O cubo branco da galeria alcançou o máximo de seu poder na época da Pop e do Minimalismo, porque foi nessa época que o estatuto de obra de arte enquanto objeto especial começou a ser questionado. A aura já não emana naturalmente do objeto, depende de uma série de operações entre as quais está a colocação em um espaço destinado institucionalmente à arte. E se é o espaço que detém o valor da obra então o objetivo do artista será sua ocupação. <br /><br />Saindo da galeria, a geração de Richard Serra e Robert Smithson abordou os espaços mortos, invisíveis por falta de sentido, embora estejam debaixo de nossos olhos. E nesse contexto a questão do espaço da arte se transforma em uma questão de lugar. Nas décadas de 19760 e 70, época de ouro das exposições de massa de arte de vanguarda, não é mais possível utilizar um espaço neutro que valha para todo o tipo de intervenção artística. O espaço de exposição passa a se não mais as galerias dos museus, mas sim as cidades ou as regiões. A figura do colecionador que guarda suas obras em casa torna-se obsoleta, assim como os espaços dos museus que não tem mais como guardar as obras contemporâneas. <br /><br />Na década de 1980, com a volta à pintura o lugar da arte volta a ser o sujeito, mas um sujeito invadido, mera produção bidimensional de uma multidão que desapareceu e abre espaço para o desaparecimento do lugar, o desaparecimento do espaço da arte enquanto lugar público. Um exemplo desse desaparecimento é dado por um estilo de montagem que usa salas muito escuras, em que apenas o objeto exposto é iluminado. A obra é fruída individualmente, com uma intensidade quase hipnótica e sob o ponto de vista da arte contemporânea impede que a obra manifeste seu mal-estar para com o espaço – mal-estar que reside, ao menos em parte, seu significado. <br /><br />A fotografia contemporânea se encontra numa situação parecida no que diz respeito às bordas, pois é um enquadramento e não há como aboli-lo. Porém, a função do enquadramento pode ser suprimida de certa forma. Com a não existência do punctum, a imagem perde também seu sentido de hierarquia entre as partes que a compõe. E se não há, no enquadramento, algo que reclame particularmente a atenção, todo o ponto da foto tem a mesma importância. A imagem sugere um espaço real recortado pelo enquadramento, como se fosse extraída de uma película cinematográfica ou de um vídeo. A fotografia perde então a função de pôr então em contato um sujeito com um objeto distante, e se torna uma superfície coberta de signos e códigos a serem decifrados. E se ela se torna coisa, sua modalidade de apresentação passa a ser relevante: colocado no espaço de exposição muda de significado dependendo do tamanho, moldura ou posição. <br /><br />A obra de arte passa a se diferenciar do objeto comum, não por um acréscimo, mas por uma subtração de significado e a época contemporânea por sua vez promoveu a transformação de todo objeto em signo. Os lugares deixaram de ser espaços físicos, para se tornar pontos de rede de comunicação e nessa situação o que coloca a obra à margem do sistema produtivo, já não é seu caráter mental, mas sua substância de coisa, a impossibilidade de ser reduzida a mero signo. A abertura para um campo de leitura mais amplo, que inclua signo e coisa, se dá graças a uma frustração. O lugar próprio da arte se instala a um passo da insignificância. <br /></div> <br />Maria Cristina Pereira de Souza - Porto Alegre 2009<span style="font-family:Times New Roman;font-size:180%;"></span><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-9029455852311093780?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-16553408481365311822009-06-09T14:32:00.000-07:002009-06-09T14:33:34.314-07:00Teoria e Crítica - Sobre a questão 3<div style="text-align: justify;">Resposta da questão 3 da prova:<br /><br /> Em principio Greenberg caracterizava o kitsch como arte acadêmica e vice versa. Para justificar isso ele aponta a falta de independência como síntese dessa produção, já que o kitsch é produzido dentro de alguns cânones especificamente ditados pela cultura de massa e pela academia. No geral a produção kitsch não passa de simulacros academicizados pela cultura genuína. Ainda a esse respeito pode-se dizer que essa produção é fruto da revolução industrial, e portanto, o seu valor mercantil é baixo favorecendo a disseminação entre as culturas de massa. O kitsch imita o efeito, entrega a obra digerida ao espectador tornando-a assim popular.<br /> Já a vanguarda busca a independência se movendo e ultrapassando limites impostos pela cultura e pela academia, e se especializando nela mesma. Talvez por esses motivos a vanguarda se distancie das culturas de massa, já que exige de seu espectador um grau mais elevado de discernimento intelectual que ocorre com mais freqüência nas camadas elitizadas.<br /> A desqualificação da arte acadêmica por Greenberg se dá pelo fato de que para ele a arte deve ser autônoma.<br /><br />Eduardo Silveira<br /></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-1655340848136531182?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-18797282027369226802009-06-09T14:31:00.000-07:002009-06-09T14:33:55.314-07:00Teoria e Crítica - Questão 1Se considerarmos a crítica de arte como um ramo autônomo, como ela o é de fato, talvez não se possa falar em consenso estético como uma elucidação comum, porque isso seria reduzir a crítica a um saber auxiliar à arte, assim descaracterizando-a. Isso é especificamente complicado no Brasil, dada a dificuldade em inserir a obra em um contexto que já é naturalmente complexo (por aliar elementos os mais diversos, tais como constitutivos (modalidades) e temporais (épocas, fases), entre tantos outros em menor ou maior intensidade), situação visível nas tentativas de depurar e assentar o impacto que certos trabalhos individuais causam.<br /> Por outro lado não se pode negar que haja certas convenções e opções que se estabelecem não somente no cenário contemporâneo como – e principalmente – no histórico. Mas seria exagero associar isso a um belo kantiano ou mesmo ao tratamento analítico dos elementos próprios da arte, uma vez que isso já é insuficiente, como pode representar a falência do modernismo enquanto elemento diretor de genuinidade artística.<br /> Ao pensar em boa e má pintura, Ronaldo Brito fala em (2005, p. 227) “coerência intuitiva integral”, que, embora talvez eu tenha abusado de certa liberdade ao recortar tal termo de seu contexto, parece-me significar que já não é possível estabelecer métodos, padrões ou o que o valha num âmbito que não seja um menor e mais específico, ora o trabalho em si, ora o artista, ambos logicamente relacionados entre si e fatalmente com o resto, entendendo “resto” em suas variadas dimensões (a produção contemporânea, a sociedade, a humanidade). Pois é impossível (e cada vez mais) isolar a atividade artística. Embora esta afirmação entrelace o trabalho a algo maior, paradoxalmente dá a ele a possibilidade de criar suas próprias regras.<br /> Assim, o consenso estético talvez resida no nível de relacionamento: é uma questão de linguagem. Grosso modo: é como falar a mesma língua, mas não por isso deixar de preservar sua posição em relação ao que é falado, ou seja, usar diferentemente esta linguagem comum. A incógnita sobre o objeto, a tensão de toda a grande arte (como diz Brito, 2005, p. 225) deve sempre permanecer (De Duve), embora se devam traçar caminhos interpretativos e conceituais em direção de ida e de volta e em volta de tal objeto.<br /><br />João Grando<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-1879728202736922680?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-31811901337932301472009-06-09T11:37:00.000-07:002009-06-09T11:38:39.781-07:00Teoria e Crítica<span style="font-family:Calibri;font-size:100%;"><b>Resuma a teoria apresentada por Baudelaire no texto “Sobre a modernidade: o pintor da vida moderna”.</b></span> <p align="justify"> <span style="font-family:Calibri;font-size:100%;">No texto “Sobre a modernidade: o pintor da vida moderna”, Charles Baudelaire define um perfil do pintor moderno, elege um artista como exemplo de sua teoria e discorre sobre as características da arte na modernidade.</span></p> <p align="justify"> <span style="font-family:Calibri;font-size:100%;">Sua teoria começa com a definição do belo como elogio do presente. Para Baudelaire, o belo precisa ser contemplado com elementos do presente e do passado. Ele discorda dos academicistas que valorizam apenas o passado: para ele, a crítica tem um compromisso com o presente. Mas interessa a Baudelaire o presente que tem algo de eterno: o pintor da vida moderna precisa buscar o eterno no que é transitório.</span></p> <p align="justify"> <span style="font-family:Calibri;font-size:100%;">Baudelaire elegeu o croqui para falar do artista da vida moderna, pois entende que este artista precisa de uma forma rápida para representar sua realidade que é um cenário urbano, recém industrializado e em que a velocidade está presente. Este artista é um homem do mundo e das multidões que afirma não ser artista: ele é como qualquer homem no meio da multidão. O entusiasmo de Baudelaire por sua teoria é, por vezes, ingênuo. Elogia a multidão como uma forma de se viver no anonimato. Explora a curiosidade como formação do gênio do artista associada à figura do convalescente. Tudo para o artista da vida moderna é novidade, ele olha a vida a seu redor como uma criança sem preconceitos. Exalta a originalidade, tem um interesse intenso pelas coisas, mesmo as mais simples. É o perfeito <i>flâneur</i>. OBSERVAÇÃO DO PROFESSOR: MAS PRECISA SUPERAR O FLÂNEUR. Este artista tem o olhar e a percepção livres para a vida universal. Como exemplo deste artista moderno, Baudelaire elegeu Constantin Guys. </span></p> <p align="justify"> <span style="font-family:Calibri;font-size:100%;">Sobre a modernidade, encontrar o eterno no transitório é sua principal característica. É função da crítica de arte reconhecer o eterno no transitório na obra de arte e legitimá-la por isto. Baudelaire menciona também a imparcialidade que não existe no crítico de arte, a necessidade que o artista tem de usar a memória e sua crença no poder que a arte teria para mudar a sociedade. Neste ponto, trata o artista moderno como gênio heróico comprometido social e politicamente. Define também um programa de produção de imagens para a arte moderna. Elogia a maquiagem como, possivelmente, uma metáfora à beleza que há na pincelada e no vestígio da pintura: não é preciso ocultá-la. Por fim, explica que o belo pode ser encontrado em todas as coisas se o artista tiver um olhar convalescente e buscar a beleza do fugaz, do fugidio.</span></p><p align="justify"><br /></p><p align="justify"><span class="ik"><img class="QrVm3d" id="upi" name="upi" jid="zc.camila@gmail.com" src="http://mail.google.com/mail/images/cleardot.gif" height="16" width="16" /></span></p><h3 class="gD" style="color: rgb(121, 6, 25);"><span email="zc.camila@gmail.com">Camila Zatti Conceição</span></h3><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-3181190133793230147?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-7531388098692304802009-05-28T07:38:00.000-07:002009-05-28T07:39:22.933-07:00Processo seletivo para bolsistas de extensão, para atuação no Programa Conexões de SaberesPrezados(as) alunos(as),<br /><br /><br /><br />O Departamento de Educação e Desenvolvimento Social (DEDS) da Pró-Reitoria de Extensão da UFRGS está realizando processo seletivo simplificado para a contratação de bolsistas para o Programa Conexões de Saberes - diálogos entre a Universidade e as comunidades populares. Os bolsistas atuarão no período de julho a outubro de 2009, recebendo R$ 300,00 mensais de bolsa-extensão.<br /><br /><br />O Conexões de Saberes é um programa desenvolvido pelo MEC junto às universidades federais, tendo como objetivo possibilitar que alunos de origem popular desenvolvam a capacidade de produção de conhecimentos científicos e ampliem a habilidade de intervenção em seu território de origem, com a devida troca de saberes, experiências e demandas.<br /><br /><br /><br />As inscrições serão recebidas no período de 1º a 8 de junho, através do site <a href="http://www.prorext.ufrgs.br/deds" target="_blank">www.prorext.ufrgs.br/deds</a>. A seleção dos bolsistas acontecerá nos dias 9 e 10 de junho.<br /><br /><br /><br />Cordiais saudações,<br /><br /><br /><br />Equipe Conexões de Saberes<br />Departamento de Educação e Desenvolvimento Social<br />Pró-Reitoria de Extensão<br />Universidade Federal do Rio Grande do Sul<br />(51) 3308-3455 - <a href="mailto:deds.conexoes@prorext.ufrgs.br" target="_blank">deds.conexoes@prorext.ufrgs.br</a><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-753138809869230480?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-13128663977428668792009-05-24T11:17:00.000-07:002009-05-24T11:20:13.965-07:00Reciclando ideias<span style="font-size:85%;">Imagem da inovação como repentina e individual contrasta com a evolução dos saberes, que é gradual e coletiva </span><br /><br />PETER BURKE<br />COLUNISTA DA FOLHA<br /><p></p> <p class="western" style="margin-top: 0.18cm; margin-bottom: 0.18cm; line-height: 100%; text-align: justify;"> <span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:100%;"></span></span>Muitas pessoas no mundo hoje, especialmente nos domínios dos negócios e da ciência, se dedicam à inovação. Pensam, lecionam e escrevem sobre as maneiras pelas quais se pode estimular, medir e gerir a inovação. Como e por que a inovação acontece, perguntam. Por que existem lugares e momentos históricos que parecem mais favoráveis do que outros à inovação? Florença durante o Renascimento serve como exemplo ou a Inglaterra nos estágios iniciais da Revolução Industrial -quando as máquinas têxteis e locomotivas a vapor e tantas outras máquinas foram inventadas- ou o Vale do Silício [EUA] na década de 1970. Algumas pessoas acreditam que a inovação possa ser encorajada por meio da criação de centros de pesquisa, outras preferem meditação, sessões de discussão ou até mesmo softwares que facilitam a geração de ideias. Mas o que exatamente é inovação? Suspeito que a visão da era do romantismo sobre a inovação continue a prevalecer ainda hoje. De acordo com ela, a inovação é trabalho de um gênio solitário, muitas vezes um professor distraído que carrega uma ideia brilhante na cabeça -aquilo que meu tio, um físico que trabalhava no setor industrial, costumava chamar de "onda cerebral". Einstein, por exemplo, ou Isaac Newton, que supostamente descobriu a gravidade quando uma maçã caiu em sua cabeça, ou, no mais famoso dos exemplos, Arquimedes, que saiu correndo nu pelas ruas de Atenas gritando "eureca!". No entanto existe uma visão alternativa sobre a inovação, da qual eu por acaso compartilho. De acordo com essa segunda visão, a inovação é gradual em lugar de súbita e coletiva em vez de individual. Não existe uma oposição acentuada entre tradição e inovação. É possível até mesmo identificar tradições de inovação, sustentadas ao longo de décadas, como no caso do Vale do Silício, ou de séculos, como nos campos da pintura e da escultura durante a Renascença florentina.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Novos usos</span><br />Por isso, em lugar da metáfora da "onda cerebral", talvez fosse mais esclarecedor usar como metáfora a reciclagem, o reaproveitamento ou o uso improvisado de materiais. O caso da tecnologia serve como exemplo. Na metade do século 15, Johannes Gutenberg inventou as máquinas de impressão. No entanto, prensas estavam em uso na produção de vinho havia muito tempo na Renânia natal de Gutenberg e em muitos outros lugares. Sua brilhante ideia não surgiu do nada; na verdade, representou uma adaptação da prensa de vinho a uma nova função. A invenção do telescópio por Galileu [1564-1642], da mesma forma, pode ser mais precisamente definida como reinvenção. Ele havia ouvido falar de que alguém na Holanda teria inventado um instrumento para fazer com que as estrelas parecessem maiores. E, assim que obteve essa informação, imediatamente descobriu uma maneira de produzir instrumento semelhante para seu uso. A inovação nas ideias, por exemplo em disciplinas acadêmicas, parece acontecer de maneira semelhante, pela proposição de analogias e adaptação daquilo que já existe a novos propósitos. Alguns historiadores falam em "deslocamento de conceitos" de um campo intelectual a outro. Por exemplo, a arqueologia se tornou disciplina científica no começo do século 19, quando as pessoas compreenderam que os objetos encontrados em escavações podiam ser datados de acordo com sua profundidade na terra com os "estratos" em que foram encontrados. A linguística, outra nova disciplina que estava em desenvolvimento no começo do século 19, também precisou de adaptação criativa. Quando classificavam idiomas, alguns linguistas se deixaram inspirar pela metodologia que Carl Linnaeus desenvolveu para classificar plantas, enquanto outros seguiram o modelo de "anatomia comparativa" proposto pelo zoólogo Georges Cuvier. Uma vez mais, na metade do século 19, Charles Darwin desenvolveu sua ideia de uma luta pela existência entre as coisas vivas e da sobrevivência dos mais aptos depois de ler o trabalho de Thomas Malthus sobre população. Ele adaptou o que Malthus tinha a dizer sobre os seres humanos ao mundo dos animais e das plantas. No começo do século 20, quando a antropologia se tornou uma disciplina científica, ela era definida pelo método de "trabalho de campo" no seio de povos "primitivos". Mas a ideia de trabalho de campo foi inspirada pela história natural, já que os naturalistas se orgulhavam de observar diretamente os animais e plantas em seus habitats naturais.<br /><br /><span style="font-weight: bold;">Tradução </span><br />Em todos esses casos, seria possível utilizar a expressão "tomado de empréstimo", mas metáfora melhor seria "tradução", que enfatiza o trabalho que é preciso realizar quando ideias se movimentam de um lugar ou domínio a outro. As novas disciplinas oferecem oportunidades especiais para observação ou inovação, já que os fundadores dessas disciplinas foram treinados em outros campos. Por exemplo, os primeiros professores de línguas e literaturas vernáculas foram treinados como estudiosos do grego e do latim clássicos. Um dos fundadores da sociologia, Émile Durkheim, estudou filosofia, e outro, Max Weber, era historiador. Os primeiros antropólogos foram recrutados de uma variedade de disciplinas, entre as quais os estudos clássicos (James Frazer), geografia (Franz Boas), medicina (W.H. Rivers), biologia, psicologia e até mesmo geologia. Alguns dos primeiros estudiosos do campo hoje conhecido como biologia molecular haviam estudado física, como Francis Crick, ou química, como Max Perutz. A inovação nas disciplinas mais estabelecidas muitas vezes segue o mesmo caminho. Um antigo colega meu, o biólogo John Maynard Smith [1920-2004], estudou engenharia. Quando mudou de ramo, passou a observar o corpo humano do ponto de vista de um engenheiro, e isso permitia que visse coisas que haviam escapado à atenção de biólogos anteriores. Analogias e metáforas parecem desempenhar papel essencial no pensamento, da física (vide a ideia de "ondas", por exemplo) à antropologia, na qual culturas estrangeiras são muitas vezes comparadas a livros que precisam ser lidos. Essas analogias são fundamentais na construção daquilo que o filósofo da ciência Thomas Kuhn [1922-96] costumava designar como "paradigmas" intelectuais. Eu duvido um pouco que seja possível fazer uma lista de regras para a inovação, porque os inovadores muitas vezes quebram as regras em lugar de segui-las. Tampouco estou certo de que seja possível desenvolver uma teoria da inovação. Mas seria seguro afirmar que analogias e adaptações têm posição central no processo de inovação. A reciclagem intelectual é tão importante para a inovação quanto a reciclagem de objetos materiais o é para nossa sobrevivência no planeta. <span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:100%;"></span></span> </p> <p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><br /></p> <p class="western" style="margin-bottom: 0cm; line-height: 100%;"><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:85%;"><b>PETER BURKE</b></span></span><span style="font-family:Times New Roman,serif;"><span style="font-size:85%;"> é historiador inglês, autor de "O Que É História Cultural?" (ed. Zahar). Tradução de Paulo Migliacci.</span></span></p><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-1312866397742866879?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-72084202904485091382009-03-30T10:13:00.001-07:002009-03-30T10:13:42.543-07:00cidade<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3398320199/" title="photo sharing"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3439/3398320199_47911e4f0e_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /></a><br /><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3398320199/">cidade</a><br />Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/adreson/">adreson</a></span></div>Onde fica esta cidade?<br clear="all" /><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-7208420290448509138?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-10359727859470737442009-03-08T18:44:00.001-07:002009-03-08T18:44:04.697-07:00estranhos desenhos (044)<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3334509936/" title="photo sharing"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3395/3334509936_4133273d2e_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /></a><br /><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3334509936/">estranhos adesivos (044)</a><br />Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/adreson/">adreson</a></span></div>novos personagens estão chegando<br clear="all" /><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-1035972785947073744?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-38719102928071708782009-01-27T03:57:00.001-08:002009-01-27T03:57:32.312-08:00rabiscos - pés<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3230551107/" title="photo sharing"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3519/3230551107_fac32afd34_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /></a><br /><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3230551107/">rabiscos - pés</a><br />Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/adreson/">adreson</a></span></div>pés descalços, de um corpo atirado na calçada.<br clear="all" /><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-3871910292807170878?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-45732519772506134612009-01-27T03:55:00.001-08:002009-01-27T03:55:30.513-08:00rabiscos - garoto<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3230551113/" title="photo sharing"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3452/3230551113_deebce57f0_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /></a><br /><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3230551113/">rabiscos - garoto</a><br />Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/adreson/">adreson</a></span></div>rabisco feito no caderno de esboços, janeiro de 2009<br clear="all" /><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-4573251977250613461?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-61880348703121659992009-01-24T20:15:00.001-08:002009-01-24T20:15:47.370-08:00Estranho Tipo<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3223697723/" title="photo sharing"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3264/3223697723_8c76f4386b_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /></a><br /><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3223697723/">Estranho Tipo</a><br />Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/adreson/">adreson</a></span></div>andando em Buenos Aires, resolvi assinalar minha estranha presença nas ruas de Palermo<br clear="all" /><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-6188034870312165999?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-25298763489416625472009-01-08T04:54:00.001-08:002009-01-08T04:54:53.478-08:00Grande circular 02<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3179720800/" title="photo sharing"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3329/3179720800_53e0d8c8fc_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /></a><br /><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3179720800/">Grande circular 02</a><br />Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/adreson/">adreson</a></span></div><br clear="all" /><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-2529876348941662547?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-6416838970887177822009-01-06T08:52:00.001-08:002009-01-06T08:52:37.874-08:00CAFÉ<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3173318826/" title="photo sharing"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3364/3173318826_73190583e6_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /></a><br /><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3173318826/">CAFÉ</a><br />Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/adreson/">adreson</a></span></div>Poster CAFÉ - nankim sobre impressão / xilogravura<br clear="all" /><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-641683897088717782?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-52412087202706004442009-01-06T08:08:00.001-08:002009-01-06T08:08:07.445-08:00vai ser um longo dia... (2)<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3172955826/" title="photo sharing"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3329/3172955826_9c2fec07f6_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /></a><br /><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/3172955826/">vai ser um longo dia... (2)</a><br />Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/adreson/">adreson</a></span></div>Série de gravuras 2008/2 (c/ Prof. Hélio Fervenza)<br clear="all" /><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-5241208720270600444?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-69933872697853246772008-10-31T17:07:00.001-07:002008-10-31T17:07:08.800-07:00Helenita<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/2982319535/" title="photo sharing"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3031/2982319535_b1ae3732fe_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /></a><br /><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/2982319535/">Helenita</a><br />Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/adreson/">adreson</a></span></div><br clear="all" /><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-6993387269785324677?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-22068728615311382992008-10-27T20:05:00.001-07:002008-10-27T20:05:03.923-07:00VOTE - word it<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/2970093262/" title="photo sharing"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3021/2970093262_5a83e3176e_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /></a><br /><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/adreson/2970093262/">VOTE - word it</a><br />Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/adreson/">adreson</a></span></div><br clear="all" /><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-2206872861531138299?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-46731960059764360582008-10-23T08:13:00.000-07:002008-10-23T08:14:47.084-07:00A legitimidade das ruas<div style="text-align: justify;"><span style="font-size:85%;">Tirei daqui: http://www.flickr.com/photos/tonydemarco/2963839219/</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> <span style="font-size:130%;">A legitimidade das ruas</span></span><span style="font-size:130%;"><br /></span><span style="font-size:130%;"> A história que ainda não foi contada sobre o grafite de São Paulo.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> de Jaime Prades*</span><br /><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Estavamos no começo da década de 80. As sirenes dos camburões da polícia militar rasgavam as avenidas da cidade. Quem viveu esses anos lembra-se da cena típica de criação de pânico - assustadoramente estudada - com os “meganhas” pendurados para fora dos furgões Chevrolet armados até os dentes e batendo na lataria das portas de forma insana como cães raivosos, no melhor estilo dos quadrinhos do Luis Gê.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> As ruas eram um território dominado pela brutalidade e ignorância das forças armadas que sistematicamente alimentavam o medo nos espaços públicos e davam o tom de pavor no palco urbano. Mais de uma vez esse teatro patético de última categoria terminava em tragédia e gerando vítimas reais. Era o Brasil do final da ditadura e as ruas, as de São Paulo.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Da janela do ônibus lotado, voltando para casa carregando minhas coisas e meus 23 anos nas costas, em 1981 vi pela primeira vez um grafite do Alex Vallauri. Não estou falando de frases escritas que sempre existiram e existirão, imagino. Refiro-me a desenhos e bem gráficos: uma acrobata dando uma pirueta, quase um carimbo, uma bota sexy, um telefone estampado na parede...para falar com quem? Comigo?...</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Anos depois descobri que essa acrobata é um detalhe de um quadro de Georges Seurat "O circo" de 1891 hoje no Musée d’Orsay de Paris. Alex, com o seu olhar erudito de gravador, indo além da releitura arrancou esse detalhe e o estampou por São Paulo e Nova York. Só essa citação nos permite criar associações e perceber a poética e a consciência da atitude do artista quando foi para a rua.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Alex Vallauri (1949/1987) foi o primeiro artista de rua do Brasil. Dessa nova arte urbana que hoje domina o cenário internacional e traz oxigênio para as artes plásticas.</span><br /><span style="font-size:85%;"> Ele ultrapassou a fronteira invisível que separa o público do privado; o instituido do libertário; o templo da rua. E enfrentou o poder de exclusão do sistema de arte exercitando o poder de criar seu próprio espaço. Alex foi o primeiro a ter um trabalho público sistemático e a nos surpreender com seus comentários visuais.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Qualquer país que valorize sua própria cultura e se orgulhe de seus artistas nunca deixaria que um artista com o seu valor tivesse sua obra canibalizada e seu trabalho à beira do esquecimento.</span><br /><span style="font-size:85%;"> Até hoje não temos sequer um livro e uma grande exposição sobre a sua obra.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Aqui no Brasil, como em muitas culturas que foram dominadas e sofreram isolamento, ainda há muito desprezo pelo que é original. Esse traço colonial ainda sobrevive escondido, embora</span><br /><span style="font-size:85%;"> perceptível, no abandono do que não é avalizado pela Europa ou pelos EUA. Em outras palavras: o que tem valor é o que faz sucesso lá fora. Até hoje não foi escrito um texto crítico decente</span><br /><span style="font-size:85%;"> sobre o grafite na década de 80. A instalação do MIS mostra mais uma vez o descaso e incompreensão do que fizemos.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Voltando para a nossa história, que é a que deve ser contada aqui. Na linha de frente Alex abriu a arte urbana e como o rastro de um cometa uma geração de artistas seguiu e expandiu o seu caminho mudando definitivamente a arte brasileira.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> A distância do tempo permite-nos visualizar alguns momentos mais definidos dessa história. A partir de Alex a arte de máscara (papel recortado) com spray (stencil art) foi a que predominou nessa primeira fase. A rapidez para realizá-los e o grande efeito dos “carimbos” possibilitaram que esses pioneiros driblassem a polícia, o que não era brincadeira.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Carlos Matuck, Waldemar Zaidler, Maurício Villaça, Hudinilson Jr., Vado do Cachimbo, Ozéas Duarte e Julio Barreto são os representantes legítimos dessa linguagem.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Eu entro nessa história em 1983, quando atendo o telefonema que o Alex mandou naquele seu grafite:</span><br /><span style="font-size:85%;"> -alô, quem fala? </span><br /><span style="font-size:85%;"> -oi, aqui é o Tupinãodá...</span><br /><span style="font-size:85%;"> -Tupinãodá?</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Pois é, Tupinãodá... o que que é isso? </span><br /><span style="font-size:85%;"> Um grupo de artistas pensando o espaço público.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> A primeira formação dos seus fundadores: Zé Carratü, César Teixeira, Eduardo Duar e Milton Sogabe que com os geógrafos Antonio Robert de Moraes e Armando Correia da Silva da USP pensavam o espaço urbano e formas de interferências públicas.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> O nome Tupinãodá é de um poema de Antonio Robert de Moraes que diz:</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> “Você é Tupi daqui</span><br /><span style="font-size:85%;"> Ou Tupi de lá,</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Você é Tupiniquim </span><br /><span style="font-size:85%;"> ou Tupinãodá?”</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> A partir desse momento até 1989, apesar do grupo contar com muitos colaboradores, participantes esporádicos e convidados, a dupla que se manteve como eixo central foi</span><br /><span style="font-size:85%;"> Zé Carratü e Jaime Prades, que nos últimos anos contaram com a presença permanente de Carlos Delfino. Fomos nós 3 que fizemos a histórica exposição do Tupinãodá na galeria Subdistrito em 1988 convidados por Rubem Breitman e João Satamini e no Museu de Arte Contemporânea MAC/USP em 1989.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> O Tupinãodá foi o primeiro coletivo de artistas de rua do Brasil.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Em 1987, unidos por Alex Vallauri e Maurício Villaça no evento “A trama do gosto” da Fundação Bienal de São Paulo eu, Zé Carratü, Carlos Delfino, Rui Amaral, Alberto Lima e Claudia Reis saímos de lá decididos a conquistar as paredes públicas dos túneis que ligam a Av. Paulista às Avenidas Rebouças e Dr. Arnaldo, quando fizemos os primeiros mega grafites da história contemporânea brasileira, e à luz do dia.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Máquinas, seres, labirintos, estruturas, cidades, dragões surgiram do nada e até hoje estão na memória de todos os que pássaram por lá. Crianças que hoje tem 30 anos ou mais lembram delas. O impacto dessas pinturas feitas na raça com a cara e a coragem trouxeram para a nossa comunidade uma arte até esse momento numa dimensão desconhecida até por nós que as realizamos.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> A rua foi um catalizador, nossa experiência ao fazê-las era aberta, não sabíamos onde chegaríamos. Criamos um repertório de símbolos e signos que se replicavam e ocupavam o espaço arquitetônico modelando-se sobre as paredes.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Jean Dubuffet - o grande artista francês fundador da “art brut” - é na minha opinião a referência essencial e precursor da arte urbana de grande escala. Ele conceituou o processo criativo de continuidade como “fluxo de consciência”. Esse fenômeno de permitir que a mente canalize a expressão como um fluxo tendo ao mesmo tempo consciência sobre isso é um processo criativo que de certa forma atemoriza algumas correntes artísticas que têm muita dificuldade em lidar com tudo que não deve ser controlado totalmente.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Quando o fazer artístico se atreve a soltar as amarras do intelecto e a aventurar-se nos planos da experiência unificando-se num estado de integração plena em uma espécie de meditação ativa, não pode haver controle total. Esses artístas são os que têm a coragem de pular do abismo sabendo que depois de pular não tem volta.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Estou aqui contando essa história porque, hoje mais de 20 anos depois, na exposição “i/legítimo: dentro e fora do circuíto” que inaugurou no sábado dia 18 de outubro passado e ficará aberta a visitação até dia 11 de Janeiro de 2009 no Museu da Imagem e do Som de São Paulo/MIS (www.mis-sp.org.br), o espaço dedicado a todo esse movimento vital na transformação da arte urbana brasileira, é um retângulo de 3 x 1,5 m.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Diante de tamanho desafio o curador convidado pelo museu, Marcos Mello, tentou fazer o impossível além de arrancar os cabelos. Como reduzir o projeto inicial, acordado com o museu de uma mega exposição sobre a história do grafite da década de 80 que ocuparia todo o MIS, para um espaço com menos de 5 m²?</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Apesar de toda sua boa vontade e esforço a maneira como a pequena instalação está colocada diante do resto da mostra dá a impressão que está ali porque não deu para nos por para fora. Tentando explicar melhor a situação, se o museu fosse uma mansão gigante, um duplex último modelo, o espaço destinado à nós - quero dizer do Alex até o final que ainda não contei, mais de 10 anos de arte urbana - seria do tamanho do quarto de empregada. Mas aquele quarto de empregada minúsculo, cruel, para ela dormir em pé.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Mais uma vez a ironia apresenta-se neste artigo: como nós que conquistamos espaços enormes nas ruas da cidade, totalmente expostos, vulneráveis, sujeitos a violência, ataques, prisões, estamos alí num cubículo claustofóbico, humilhante, injusto, ilegítimo?</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Que tipo de análise e visão pode atrever-se a nos espremer numa espécie de esquife, de caixão mortuário, ainda vivos? Vivíssimos, diga-se de passagem, já que muitos de nós estamos mais ativos do que nunca como artistas urbanos e plásticos.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Será que nosso trabalho ainda tem o poder de incomodar tanto uma certa elite do sistema de arte que até agora não entendeu nada do que fizemos, ou não quer reconhecer, ou, pior, trabalha para desacreditar nossas conquistas?</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Seja lá o que for é uma injustiça com o público. É eticamente condenável impedir que as novas gerações saibam a importância do que aconteceu e tenham acesso à verdadeira história.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Que estas palavras tenham repercussão e cheguem a mentes mais generosas e inteligentes é a intenção deste texto. Todos aqueles que participaram desse momento e guardam na sua memória a experiência dos nossos grafites sabem que, naquele momento, traduzimos em imagens a transformação que vivíamos na nossa sociedade após anos de repressão.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> Para concluir, a partir de 1990, como uma espécie de fermento descontrolado as gangues da periferia, que também experimentavam o processo democrático, começaram a pixar tudo. Nossos trabalhos foram os primeiros a tombar...e a cidade foi tomada pelos pixadores. Só anos depois que uma nova geração tomou conta da arte de rua.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"> E essa história está só começando.</span><br /><br /><br /><br /><br /><span style="font-size:85%;"> *Jaime Prades é pintor, escultor, artista de rua, designer gráfico e inventor de coisas variadas.</span><br /><span style="font-size:85%;"> Este texto está disponível no seu site assim como fotos dos grafites da década de 80 e atuais.</span><br /><span style="font-size:85%;"> As opiniões expressas neste texto são de total e única responsabilidade do autor.</span><br /><br /><span style="font-size:85%;"><a href="http://www.jaimeprades.art.br/" rel="nofollow">www.jaimeprades.art.br</a></span><br /></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-4673196005976436058?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-91462684392254934052008-10-23T08:06:00.000-07:002008-10-23T08:07:47.380-07:00iniciação científica<div><span style="font-size:85%;color:#000000;">Prezados amigos!</span></div> <div><span style="font-size:85%;color:#000000;"> </span></div> <div><span style="font-size:85%;color:#000000;">Eu e o Paulo Gomes estamos muito contentes, pois os vídeos de nossos bolsistas de iniciação científica estão participando da XVII Feira de Iniciação Científica da UFRGS, no Portal de Vídeos. </span></div> <div><span style="font-size:85%;"> </span></div> <div><span style="font-size:85%;color:#000000;">A Feira traz vários trabalhos, nesse formato, feitos pelos acadêmicos. E os nossos bolsistas produziram, com a nossa ajuda e o incrível trabalho de Cristhiane Ferreira, dois vídeos: um está relacionado ao Banco de Dados Digital da pesquisa sobre a Cultura Material da Imigração, calcada na Coleção de Tina e Calito Moura. E o outro vídeo traz o Banco de Dados Digital sobre a Catalogação do Acervo de Francisco Bellanca, atualmente preservado no UniRitter. Acredito que o trabalho apresentado está bem interessante, sintetizando a importância dessas iniciativas e dando visibilidade às pesquisas. </span></div> <div><span style="font-size:85%;"> </span></div> <div><span style="font-size:85%;color:#000000;">Gostaria de convidá-los a acessar o site, a dar uma olhada nos vídeos e a votar neles. Sim, contamos com o voto de vocês!!! E de preferência logo!!! Não sei até quando vai a votação, mas acredito que seja somente durante a Feira/Salão... (mas também não tenho certeza!). De qualquer modo, segue abaixo o link dos vídeos... E se quiserem deixar um comentário, por favor, será bem bacana!</span></div> <div><span style="font-size:85%;"> </span></div> <div> <div><span style="font-size:85%;color:#ff6600;"><strong>Acesse e procure o vídeo neste endereço:</strong></span></div> <div><span style="font-size:85%;"><a href="http://ufrgsweb.ufrgs.br/channel/video/252" rel="nofollow" target="_blank"><span style="color:#003399;">http://ufrgsweb.ufrgs.br/<wbr>channel/video/252</span></a></span></div> <div><span style="font-size:85%;"> </span></div></div> <div><span style="font-size:85%;color:#000000;">Abs, da Paula</span></div><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-9146268439225493405?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-28587399000343498472008-10-20T05:23:00.000-07:002008-10-20T05:24:46.164-07:00EXPO Stickers 08 SP<object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/AeEqIYS12Ls&hl=pt-br&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/AeEqIYS12Ls&hl=pt-br&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br /><br /><br /><br /><br /><br /><object width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/vUZayM11NGo&hl=pt-br&fs=1"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/vUZayM11NGo&hl=pt-br&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object><br /><br /><br /><br /><br /><br />http://br.youtube.com/watch?v=vUZayM11NGo<br /><br />http://br.youtube.com/watch?v=AeEqIYS12Ls<br /><br /><br />http://br.youtube.com/user/visaobuitre<div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-2858739900034349847?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-81869798285706319412008-10-10T08:19:00.001-07:002008-10-10T08:19:39.291-07:00livro_de_artista_ADRESON<div style="float: right; margin-left: 10px; margin-bottom: 10px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/tridente/2898357761/" title="photo sharing"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3171/2898357761_9680d8a026_m.jpg" alt="" style="border: solid 2px #000000;" /></a><br /><span style="font-size: 0.9em; margin-top: 0px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/tridente/2898357761/">livro_de_artista_ADRESON</a><br />Originally uploaded by <a href="http://www.flickr.com/people/tridente/">tridente</a></span></div>monstros existem<br /><br />e<br /><br />você existe?<br clear="all" /><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-8186979828570631941?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-59587408896074580762008-09-16T21:58:00.000-07:002008-09-16T22:01:40.727-07:00Vencedores Festival HTTPVIDEO<object height="385" width="480"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/p/BCB121EA4F5AF4DD"><embed src="http://www.youtube.com/p/BCB121EA4F5AF4DD" type="application/x-shockwave-flash" height="385" width="480"></embed></object><br /><br /><strong> </strong><p><span style="font-size:85%;"><object height="385" width="480"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/p/BCB121EA4F5AF4DD"><strong><embed src="http://www.youtube.com/p/BCB121EA4F5AF4DD" type="application/x-shockwave-flash" height="385" width="480"></embed></strong></object><strong><br /><strong>playlist com os 10 finalistas Festival HTTPVIDEO</strong></strong></span><strong> </strong></p><strong> </strong><p style="font-weight: bold;"><span style="font-size:85%;"><strong>Após a cerimônia de premiação do HTTPVIDEO, finalmente o público pode conhecer os vencedores do primeiro festival de videoarte para youtube do Brasil. Foram selecionados 10 finalistas que concorreram a prêmios entre R$1000,00 e R$ 5000,00, além do prêmio de R$ 500,00 para o vídeo mais votado pelo público. Os 3 primeiros lugares são:</strong></span></p><strong style="font-weight: bold;"> </strong><p style="font-weight: bold;"><span style="font-size:85%;"><strong><strong>1º LUGAR</strong><br />Silvia Regina Guadagnini<br />Sob_controle[1], 2008, 2:16<br /><a href="http://www.youtube.com/silvianini20">http://www.youtube.com/silvianini20</a><br /><strong><br />2º LUGAR</strong><br />Lea Van Steen<br />Disco, 2007, 1:22<br /><a href="http://www.youtube.com/leavansteen">http://www.youtube.com/leavansteen</a></strong></span><strong> </strong></p><strong style="font-weight: bold;"> </strong><p style="font-weight: bold;"><span style="font-size:85%;"><strong><strong>3º LUGAR</strong><br />Pedro Bastos Ananias de Souza<br />4 roteiros para perrier, 2007, 3:26<br /><a href="http://www.youtube.com/watch?v=mCxNJ6TuhhM">http://www.youtube.com/watch?v=mCxNJ6TuhhM</a></strong></span><strong> </strong></p><strong> <span style="font-size:85%;"><strong style="font-weight: bold;">Prêmio Júri Popular</strong><span style="font-weight: bold;">:</span><br /><span style="font-weight: bold;">Fernando Vilela Mariano (Balão)</span><br /><span style="font-weight: bold;">Lindomar entrevista Jesus,2008,3:31</span><br /><a style="font-weight: bold;" href="http://www.youtube.com/watch?v=wsS7GI55UOw">http://www.youtube.com/watch?v=wsS7GI55UOw</a><br /></span> </strong><div class="dateicon"><strong><br /><br /> </strong></div><strong> </strong><div class="thetitle"><strong><a href="http://www.premiosergiomotta.org.br/novo/?p=378" rel="bookmark" title="Permanent Link to Vencedores Festival HTTPVIDEO">Vencedores Festival HTTPVIDEO</a></strong></div><strong><br /><span style="font-size:85%;"><br /></span> </strong><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-5958740889607458076?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0tag:blogger.com,1999:blog-8151208.post-43764003795939943872008-09-16T13:43:00.000-07:002008-11-01T09:45:14.087-07:00<br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><IMG src="http://docs.google.com/File?id=dgxqkz34_306hq56mbf3_b" NAME="graphics1" ALIGN=BOTTOM WIDTH=650 HEIGHT=62 BORDER=0></P><br /><BR><br /><br /><H1 CLASS="western"><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Arte<br />+ Arte: LIVRE ASSOCIAÇÃO</FONT></FONT></H1><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif">Anualmente, a Associação<br />Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa – Chico<br />Lisboa organiza a mostra Arte+Arte, que objetiva a integração<br />cultural entre instituições e artistas, marcada pela<br />reflexão ou homenagens.</FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif">Na primeira edição,<br />realizada no Museu Hipólito José da Costa, teve como<br />objetivo a integração e o fortalecimento daquele espaço<br />cultural; na segunda, na Usina do Gasômetro, uma reflexão<br />sobre a importância da água em nosso planeta; na<br />terceira edição, no Paço Municipal, homenageamos<br />Mário Quintana. Na quarta edição do Arte+ Arte<br />teve como tema o planeta Terra, numa realização<br />conjunta com a Casa de Cultura Mário Quintana e MAC-RS.</FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Times New Roman, serif"><FONT SIZE=2><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">Para<br />esse ano de 2008, quando a Chico Lisboa comemora seus 70 anos de<br />existência escolhemos o conceito: “<B>Livre Associação</B>”.<br />Os artistas poderão manifestar-se livremente quanto ao tema,<br />apresentando em sua obra as relações conceituais e<br />plásticas recorrentes de sua produção, no<br />entanto, o que vai ser analisado, a priori, para a seleção<br />dos trabalhos, será a associação de técnicas<br />e/ou linguagens na construção de um mesmo trabalho. </FONT></FONT></FONT></FONT><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3><B>Local<br />da exposição: Casa de Cultura Mário Quintana -<br />Galeria Xico Stockinger</B></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3><B>Período:<br />23 de outubro a 30 de novembro de 2008</B></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3><B>REGULAMENTO</B></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><H2 CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif">Da<br />participação</FONT></H2><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Poderão participar<br />artistas residentes em todo o território nacional, brasileiros<br />e estrangeiros, sócios ou não sócios da Chico<br />Lisboa.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3><B>Da<br />inscrição</B></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY STYLE="margin-left: 0.49in"><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>1- Cada artista, ou grupo<br />de artistas, poderão inscrever-se com 01 (uma) obra, <br />produzida entre 2007 e 2008.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY STYLE="margin-left: 0.49in"><br /><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY STYLE="margin-left: 0.49in"><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>2- O artista deverá<br />entregar a ficha de inscrição e um portfólio<br />contendo:</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY STYLE="margin-left: 0.49in"><br /><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY STYLE="margin-left: 0.49in"><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>a- 01(uma) fotografia da<br />obra em formato igual ou maior que 13x 18 cm, que deseja inscrever no<br />projeto, ficha técnica, texto elucidativo de no máximo<br />uma lauda.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY STYLE="margin-left: 0.49in"><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>b- currículo<br />resumido e cinco fotos de outros trabalhos seus, que considere<br />relevantes.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY STYLE="margin-left: 0.49in"><br /><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY STYLE="margin-left: 0.49in"><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>3- Nos projetos em grupo,<br />o portfólio deverá conter as informações<br />requisitadas, no item anterior letra b, de todos os integrantes.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Times New Roman, serif"><FONT SIZE=2><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">4-<br />As inscrições poderão ser feitas até a<br />data limite de <B>19 de setembro, </B>diretamente na sede da Chico<br />Lisboa, ou remetidas pelo correio, onde será considerada<br />válida a data limite do carimbo do correio. Após esta<br />data não serão mais aceitas inscrições.</FONT></FONT></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>O artista sócio da<br />Chico Lisboa deve estar em dia com a anuidade de 2008 no ato da<br />inscrição. </FONT></FONT><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3><B>Da<br />seleção</B></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>As propostas serão<br />avaliadas por uma comissão de seleção, composta<br />por cinco membros representativos da área cultural.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Times New Roman, serif"><FONT SIZE=2><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">A<br />divulgação do resultado da seleção<br />ocorrerá dia <B>03 de outubro</B> no site da associação<br /></FONT></FONT><FONT COLOR="#0000ff"><U><A HREF="http://www.chicolisboa.com.br/"><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">www.chicolisboa.com.br</FONT></FONT></A></U></FONT><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">.</FONT></FONT></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Os portfólios dos<br />associados inscritos não serão devolvidos, pois serão<br />utilizados para a atualização do cadastro dos mesmos.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>O artista selecionado<br />deverá pagar uma taxa de R$ 20,00 se sócio da Chico<br />Lisboa, e de R$ 100,00 se não sócio da Chico Lisboa. A<br />data limite para o pagamento das taxas é a da entrega dos<br />trabalhos selecionados.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Times New Roman, serif"><FONT SIZE=2><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">O<br />artista não associado que for selecionado, se desejar se<br />associar poderá obter informações pelo fone (51)<br />3224-6678 no turno da tarde, com a secretária Ananda, ou no<br />site </FONT></FONT><FONT COLOR="#0000ff"><U><A HREF="http://www.chicolisboa.com.br/"><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">www.chicolisboa.com.br</FONT></FONT></A></U></FONT><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">.<br /></FONT></FONT></FONT></FONT><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3><B>Da<br />entrega dos trabalhos</B></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Times New Roman, serif"><FONT SIZE=2><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">A<br />data de entrega dos trabalhos selecionados será no dia <B>20<br />de outubro</B>, na Casa de Cultura Mário Quintana, das 14h às<br />18h, na Rua dos Andradas, 736, 6º andar. </FONT></FONT></FONT></FONT><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>As obras deverão<br />ser entregues em perfeitas condições de serem expostas,<br />obrigatoriamente identificadas com a etiqueta em anexo e prontas para<br />a montagem (ganchos, moldura se necessário). A comissão<br />organizadora fica isenta da responsabilidade por eventuais danos<br />ocasionados pelo não cumprimento desta orientação.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3><B>Das<br />obras</B></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>As obras bidimensionais<br />não deverão exceder a medida de 200cm x 200cm. </FONT></FONT><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>As obras tridimensionais<br />poderão ter, no máximo, 150cm altura x 100cm de largura<br />x 100cm de profundidade. </FONT></FONT><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>As instalações<br />poderão ter, no máximo, 200cm de altura x 200cm de<br />largura x 200cm de profundidade. </FONT></FONT><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>As performances<br />selecionadas deverão ser apresentadas no dia da inauguração<br />da exposição.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3><B>Da<br />montagem </B></FONT></FONT><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>A montagem da exposição<br />será executada pela Chico Lisboa.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>No caso da obra<br />necessitar de montagem especial, a comissão organizadora<br />marcará dia e hora para o artista montar o trabalho. Caso for<br />indispensável o uso de algum equipamento especial, o artista<br />deverá fornecê-lo.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3><B>Da<br />retirada das obras</B></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Times New Roman, serif"><FONT SIZE=2><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">A<br />retirada das obras será impreterivelmente no dia <B>1º de<br />dezembro</B>, na Casa de Cultura Mário Quintana, Galeria Xico<br />Stockinger, R.dos Andradas, 736, 6º andar, das 14 às 18<br />h.</FONT></FONT></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>A Associação<br />Chico Lisboa não se responsabilizará pelas obras que<br />não forem retiradas no dia marcado. </FONT></FONT><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Os artistas de outras<br />localidades deverão combinar com a Associação<br />Chico Lisboa o envio e a retirada de seus trabalhos.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><br /><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>A entrega e retirada das<br />obras, e as despesas de transporte, correrão por conta do<br />artista.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3><B>Demais<br />considerações:</B></FONT></FONT></P><br /><UL><br /> <LI><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>O<br /> último prazo para entrega da ficha de inscrição<br /> e portfólio será no dia 19 de setembro. </FONT></FONT><br /> </P><br /> <LI><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>O<br /> pagamento da taxa de inscrição poderá ser<br /> efetuado após a seleção do júri, na<br /> sede da Chico Lisboa, a partir do dia 6/10/2008. Artistas de outros<br /> Estados devem combinar com a secretária Ananda, por telefone,<br /> sobre o envio do trabalho e pagamento da taxa de inscrição.<br /> O trabalho não será exposto se não for<br /> efetivado o devido pagamento das taxas.</FONT></FONT></P><br /> <LI><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>A<br /> Chico Lisboa isenta-se de qualquer responsabilidade sobre eventuais<br /> danos causados às obras durante o período de exposição<br /> das mesmas.</FONT></FONT></P><br /> <LI><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Os<br /> casos omissos serão resolvidos pela Chico Lisboa.</FONT></FONT></P><br /> <LI><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>O<br /> envio da proposta implica na aceitação total deste<br /> regulamento.</FONT></FONT></P><br /></UL><br /><BR><br /><br /><H2 CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif">Cronograma</FONT></H2><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Inscrições:<br />até 19/09/2008.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Divulgação<br />do resultado da seleção: 03/10/2008 no site da<br />associação.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Entrega<br />das Obras: 20/10/2008.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Período<br />da exposição: 23/10 a 30/11 de 2008.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Devolução<br />das Obras: dia 01/12/2008.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=CENTER><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=CENTER><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=CENTER><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=CENTER><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3><B>Associação<br />Riograndense de Artes Plásticas Francisco Lisboa</B></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=CENTER><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Travessa<br />dos Venezianos, 19 – CEP 90050-370 – Porto Alegre/RS.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=CENTER><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Horário<br />de funcionamento: das 14h às 18h</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=CENTER><FONT FACE="Times New Roman, serif"><FONT SIZE=2><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">Informações<br />pelo Telefone: (51) 3224. 6678</FONT></FONT></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=CENTER><FONT FACE="Times New Roman, serif"><FONT SIZE=2><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">Email:<br /></FONT></FONT><FONT COLOR="#0000ff"><U><A HREF="mailto:chicolisboa@terra.com.br"><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">chicolisboa@terra.com.br</FONT></FONT></A></U></FONT></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=CENTER><FONT FACE="Times New Roman, serif"><FONT SIZE=2><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">Site:<br /></FONT></FONT><FONT COLOR="#0000ff"><U><A HREF="http://www.chicolisboa.com.br/"><FONT SIZE=3><FONT FACE="Arial, sans-serif">www.chicolisboa.com.br</FONT></FONT></A></U></FONT></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>A<br />ficha de inscrição anexa deverá ser entregue na<br />sede da Chico Lisboa ou enviada pelo correio, devidamente preenchida,<br />acompanhada do portfólio.</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>FICHA<br />DE INSCRIÇÃO <br />Nº............. (não preencher este campo) </FONT></FONT><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=CENTER><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=CENTER><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3><B>Arte<br />+ Arte: “Livre Associação”</B></FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Nome<br />completo:<br />...........................................................................</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Nome<br />artístico ou para o<br />convite............................................................................................</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Endereço.................................................................................................................................</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>CEP.........................<br />Cidade..............................................<br />Estado.........................................</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>E-mail..................................................................<br />Fone...........................................................</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Fax........................................<br />Celular......................................................................................</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Modalidade<br />da obra:</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Especificar<br />que técnicas e /ou linguagens foram utilizadas na construção<br />do trabalho:</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Data:<br />__/ __/ 2008. </FONT></FONT><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Assinatura:<br />__________________________________________________</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><IMG src="http://docs.google.com/File?id=dgxqkz34_3075tqx5sgx_b" ALIGN=LEFT HSPACE=13><BR CLEAR=LEFT><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Recorte<br />e cole no verso da obra. </FONT></FONT><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><IMG src="http://docs.google.com/File?id=dgxqkz34_3075tqx5sgx_b" ALIGN=LEFT HSPACE=13><BR CLEAR=LEFT><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Artista......................................................................................................................................</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Título<br />da<br />Obra.........................................................................................................................</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Técnica...................................................................................................................................</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><FONT FACE="Arial, sans-serif"><FONT SIZE=3>Dimensões............................................................................................<br />Ano...........................</FONT></FONT></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><BR><br /></P><br /><P CLASS="western" ALIGN=JUSTIFY><IMG src="http://docs.google.com/File?id=dgxqkz34_3075tqx5sgx_b" ALIGN=LEFT HSPACE=13><BR CLEAR=LEFT><BR><br /></P><br /><br><div class="blogger-post-footer"><img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8151208-4376400379593994387?l=adreson-artesvisuais.blogspot.com'/></div>adresonnoreply@blogger.com0